Acabaram as comemorações de entrada (ui) do Ano Bom, estou bem e vivo. Vamos às considerações:
Não quis ir para bar ou boate alguma passar as festividades, fui para uma casa de amigos, cervejas e conversas isoladas - havia uma bandinha tocando rocks lá.
A festa estava parada, para muitos não era o que se podia dizer de "a melhor festa da virada", mas que se fodam, pra mim estava agradabilíssimo. O que quase estragou tudo foi a chuva, que caía e parava, caía e parava, até cessar de fato.
Muitos músicos de bandas independentes da cidade marcaram presença no evento, e todos queriam um lugar ao sol, todos queriam mostrar seus talentos (ai) para os convivas. Encheram tanto o saco com suas músicas de merda, que eu, um pouco alta - confesso -, puxei a guitarra e embalei toda a festa ao som de I want to Hold Your Hand (era a única canção fácil que eu lembrava). O legal é que sempre rola aquela mina defensora dos direitos das mulheres te dar a mão e te apoiar pela atitude. Difudê.
Bebi o uísque da minha amiga até um carinha comentar: "cowboy, hein!" Lembrei-me do Ti, sobre suas divagações quanto às minhas preferências. Ok.
Às seis e meia da manhã, meu pai e eu deixamos o lugar dos trabalhos etílicos e nos dirigimos para a padaria mais próxima. Comer qualquer coisinha, sacumé. O primeiro café da manhã do ano, com my beloved father.
A coisa engraçada da festa foi quando fui a primeira vez ao banheiro na noite. Ergui meu vestido, para urinar com mais propriedade, ouvi um barulho de "ploft" na privada, não poderia ser merda, mesmo com algum álcool no sangue eu sei me comportar. Virei-me e vi meu aparelho celular no fundinho do vaso sanitário. Enfim, eu não poria minha mão ali, fui embora. :)
***********
No fim das contas, tudo deu certo, estou feliz e vivente. E com saudades do meu caro Ti. Espero festejar o Ano bom (o próximo) com ele.
Tahi.