Estou no meu segundo dia de trabalhos pesados e solares na capital de Rondônia. Minha tez escureceu rapidamente e meus pés, pernas e braços doem um pouco. Sinto sono. Mas me entreguei à labuta, quero o dinheiro dos patrões. Sou do proletariado marqueteiro. Mato-me pelo lucro alheio e felicidade dos filhos dos senhores. Obrigaaaada. :)
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Minha barriga aumentou consideravelmente nesses últimos dias, a ingestão de bebidas álcoolicas foi maior que a devida, mas todos sobrevivemos nesse fim de mês.
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Inscrevi-me na escola de música. Estou num momento "grab the spoon", mesmo sem saber o que vai dar.
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E por último, a vibe de hoje, com muito uísque, cigarro e mulheres.
Saturday, 31 January 2009
Thursday, 29 January 2009
Produções vagabundas...
Quando não se tem muito o que fazer, há sempre algo pendente. Fiz um filme pequeno e sem compromisso:
No mais, está chovendo e já parou. (Porto Velho não se cansa).
No mais, está chovendo e já parou. (Porto Velho não se cansa).
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Cinema,
Indie movie
Saturday, 24 January 2009
A noite anterior, baladas indie, banda nova (pra mim).
Ontem foi uma noite agradabilíssima, muitas gentes vibes vivendo no espaço diminuto da nova Sede do Casarão. As duas bandas que se apresentaram lá estavam plenas em seus momentos musicais. Gostei das duas.
Filmei bastante a segunda banda (porque a câmera não chegou a tempo da primeira banda), então ainda tenho que baixar as imagens para o computador para postar pro povo (eu e o Ti) aqui.
Mas, já que estou falando de momentos indie, tecerei um breve comentário sobre uma banda americana e de como eu soube dela.
Fui encontrar-me com meu amigo Marcos no Shopping Porto Velho, quando ele me falou: "Tahi, vem escutar essa música". Fomos na tal loja que ele estava e pedimos pro dono do estabelecimento por pra tocar a música da tal banda. Foi tão lindo, a música era linda. A partir desse dia eu sei quem são os The Shins na minha vida. É vibe, é legal e é isso aí:
The Shins - Australia
Depois, com mais propriedade eu comentarei melhor as coisas aqui. Tudo se baseia em correria e preguiça. :)
Beijosxoxos,
Tahi.
Filmei bastante a segunda banda (porque a câmera não chegou a tempo da primeira banda), então ainda tenho que baixar as imagens para o computador para postar pro povo (eu e o Ti) aqui.
Mas, já que estou falando de momentos indie, tecerei um breve comentário sobre uma banda americana e de como eu soube dela.
Fui encontrar-me com meu amigo Marcos no Shopping Porto Velho, quando ele me falou: "Tahi, vem escutar essa música". Fomos na tal loja que ele estava e pedimos pro dono do estabelecimento por pra tocar a música da tal banda. Foi tão lindo, a música era linda. A partir desse dia eu sei quem são os The Shins na minha vida. É vibe, é legal e é isso aí:
The Shins - Australia
Depois, com mais propriedade eu comentarei melhor as coisas aqui. Tudo se baseia em correria e preguiça. :)
Beijosxoxos,
Tahi.
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Rock indie
Thursday, 22 January 2009
As águas.
Um post rápido, ou melhor, uma notinha:
São muitas águas, essas do rio que corre nas margens da minha vida, que eu gostaria de poder banhá-los com um pouco delas todos os dias, mas nem sempre dá. A vida flui (daquele jeito que é fluir pra mim), e vivo com propriedade e desejo. Vamos aos fatos.
Sou a típica mina vibe que quer viver e usar meus óculos de estudante de comunicação, por isso, estarei presente no show cover Los Hermanos. Amei a nova sede do Casarão (o Armazém de Porto Velho), pelo menos sei que lá encontrarei a maravilhosa fada verde holandesa todas as noites.
O outro fato é que um grupo de ingleses aportará em Porto Velho por esses dias, e eu vou levá-los para dar umas voltas pela cidade e contar um pouco da história dessa ensolarada capital nortista. Será agradável, pressinto.
Mais uma coisinha, antes que eu me esqueça: ontem começou o Paulistão, e o São Paulo já me fez cagada logo no início, empatou em 1 a 1 contra o Ituano, difudê, mas é a vida. É foda porque acho que o Corinthians dificilmente perderá do Barueri, embora, seja o que espero. (Isso renderá um post melhorado).
Um post scriptum : Ouvir futebol na rádio é a melhor coisa!
Até children!
São muitas águas, essas do rio que corre nas margens da minha vida, que eu gostaria de poder banhá-los com um pouco delas todos os dias, mas nem sempre dá. A vida flui (daquele jeito que é fluir pra mim), e vivo com propriedade e desejo. Vamos aos fatos.
Sou a típica mina vibe que quer viver e usar meus óculos de estudante de comunicação, por isso, estarei presente no show cover Los Hermanos. Amei a nova sede do Casarão (o Armazém de Porto Velho), pelo menos sei que lá encontrarei a maravilhosa fada verde holandesa todas as noites.
O outro fato é que um grupo de ingleses aportará em Porto Velho por esses dias, e eu vou levá-los para dar umas voltas pela cidade e contar um pouco da história dessa ensolarada capital nortista. Será agradável, pressinto.
Mais uma coisinha, antes que eu me esqueça: ontem começou o Paulistão, e o São Paulo já me fez cagada logo no início, empatou em 1 a 1 contra o Ituano, difudê, mas é a vida. É foda porque acho que o Corinthians dificilmente perderá do Barueri, embora, seja o que espero. (Isso renderá um post melhorado).
Um post scriptum : Ouvir futebol na rádio é a melhor coisa!
Até children!
Thursday, 15 January 2009
O vai-e-vem e o entra-e-sai.
A mudança ainda rende.
Todos os dias homens e mais homens passam aqui pela casa, pintando, quebrando e tranformando esse espaço abafado. Por que não existem pedreiras bonitas?
Um pensamento que nasceu no calor da cidade: São Carlos é uma virgem, Porto Velho é uma puta. Depois explico. Bem, explico agora. Em São Carlos quase não falamos de sexo, exceto quando estou com o Ti que falamos de muitas coisas, mas é diferente. Aqui estão todos, ou quase todos preocupados com a situação sexual alheia. Tou um pouco incomodada, perdão, amigos, não tenho muito a oferecer para vocês. Vide gráfico: (Ia rolar um gráfico aqui, mas essa porcaria não permintiu que eu postasse com propriedade. Que raiva!)
Todos os dias homens e mais homens passam aqui pela casa, pintando, quebrando e tranformando esse espaço abafado. Por que não existem pedreiras bonitas?
Um pensamento que nasceu no calor da cidade: São Carlos é uma virgem, Porto Velho é uma puta. Depois explico. Bem, explico agora. Em São Carlos quase não falamos de sexo, exceto quando estou com o Ti que falamos de muitas coisas, mas é diferente. Aqui estão todos, ou quase todos preocupados com a situação sexual alheia. Tou um pouco incomodada, perdão, amigos, não tenho muito a oferecer para vocês. Vide gráfico: (Ia rolar um gráfico aqui, mas essa porcaria não permintiu que eu postasse com propriedade. Que raiva!)
O que eu acho um saco de tudo isso, é essa moçada aqui em casa todos os dias, logo eu que curto uma solidão. Paciência, tudo passa, até argamassa. (argh).
Mensagem para Ti:
Onde se encontra o meu amigo? Post aqui, apareça.
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Mudanças,
profissões.,
sexo
Saturday, 10 January 2009
How to move...
Estamos em processo de mudança. Eu tive de carregar caixas e mais caixas de coisas. Não temos homens em casa, por que me escolhem? *Sorri de lado, enquanto observa a paisagem*. Muitas coisas encontradas, aquela mesma história de quem se muda: poeira, coisas velhas que você guardou achando que ia precisar desesperadamente delas algum dia, porém nunca toco-as nesse tempo todo, nostalgia (ahhh essa casa), enfim, uma chatisse. Cansa para cacete, um estresse terrível e gastos com frete. Mas todos sobrevivem.
Passei o dia inteiro sem me lavar, suei feito uma porca. Mas sobrevivi, enquanto escrevo este post (às 12:40 horário local - do meu local) ainda estou suja, mas é a vida. Vamos para a casa da minha avó, é tão pequena e aconchegante, quando eu for morar só quero uma assim. Isso me bastará.
O comentário do fato bonito é: a chuva cai lindamente nessa terra quente e abafada. Estou tão feliz por ela cair dessa forma. Obrigada.
Passei o dia inteiro sem me lavar, suei feito uma porca. Mas sobrevivi, enquanto escrevo este post (às 12:40 horário local - do meu local) ainda estou suja, mas é a vida. Vamos para a casa da minha avó, é tão pequena e aconchegante, quando eu for morar só quero uma assim. Isso me bastará.
O comentário do fato bonito é: a chuva cai lindamente nessa terra quente e abafada. Estou tão feliz por ela cair dessa forma. Obrigada.
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Tou numa vibe muito minissérie Maysa, quando fala o coração. Assito todos os dias, sem pular nenhum... e não tou viciada.
Gosto do jeito "não-tou-nem-aí-com-a-vida" que ela tem. Salvo algumas atitudes, sei lá, gosto do jeitão dela de "fodam-se" gritado em cada gesto. Não sei se foi assim na vida real, mas na ficção me agrada e isso me basta por enquanto.
Saturday, 3 January 2009
Eis o ano bom.
Acabaram as comemorações de entrada (ui) do Ano Bom, estou bem e vivo. Vamos às considerações:
Não quis ir para bar ou boate alguma passar as festividades, fui para uma casa de amigos, cervejas e conversas isoladas - havia uma bandinha tocando rocks lá.
A festa estava parada, para muitos não era o que se podia dizer de "a melhor festa da virada", mas que se fodam, pra mim estava agradabilíssimo. O que quase estragou tudo foi a chuva, que caía e parava, caía e parava, até cessar de fato.
Muitos músicos de bandas independentes da cidade marcaram presença no evento, e todos queriam um lugar ao sol, todos queriam mostrar seus talentos (ai) para os convivas. Encheram tanto o saco com suas músicas de merda, que eu, um pouco alta - confesso -, puxei a guitarra e embalei toda a festa ao som de I want to Hold Your Hand (era a única canção fácil que eu lembrava). O legal é que sempre rola aquela mina defensora dos direitos das mulheres te dar a mão e te apoiar pela atitude. Difudê.
Bebi o uísque da minha amiga até um carinha comentar: "cowboy, hein!" Lembrei-me do Ti, sobre suas divagações quanto às minhas preferências. Ok.
Às seis e meia da manhã, meu pai e eu deixamos o lugar dos trabalhos etílicos e nos dirigimos para a padaria mais próxima. Comer qualquer coisinha, sacumé. O primeiro café da manhã do ano, com my beloved father.
A coisa engraçada da festa foi quando fui a primeira vez ao banheiro na noite. Ergui meu vestido, para urinar com mais propriedade, ouvi um barulho de "ploft" na privada, não poderia ser merda, mesmo com algum álcool no sangue eu sei me comportar. Virei-me e vi meu aparelho celular no fundinho do vaso sanitário. Enfim, eu não poria minha mão ali, fui embora. :)
***********
No fim das contas, tudo deu certo, estou feliz e vivente. E com saudades do meu caro Ti. Espero festejar o Ano bom (o próximo) com ele.
Tahi.
Não quis ir para bar ou boate alguma passar as festividades, fui para uma casa de amigos, cervejas e conversas isoladas - havia uma bandinha tocando rocks lá.
A festa estava parada, para muitos não era o que se podia dizer de "a melhor festa da virada", mas que se fodam, pra mim estava agradabilíssimo. O que quase estragou tudo foi a chuva, que caía e parava, caía e parava, até cessar de fato.
Muitos músicos de bandas independentes da cidade marcaram presença no evento, e todos queriam um lugar ao sol, todos queriam mostrar seus talentos (ai) para os convivas. Encheram tanto o saco com suas músicas de merda, que eu, um pouco alta - confesso -, puxei a guitarra e embalei toda a festa ao som de I want to Hold Your Hand (era a única canção fácil que eu lembrava). O legal é que sempre rola aquela mina defensora dos direitos das mulheres te dar a mão e te apoiar pela atitude. Difudê.
Bebi o uísque da minha amiga até um carinha comentar: "cowboy, hein!" Lembrei-me do Ti, sobre suas divagações quanto às minhas preferências. Ok.
Às seis e meia da manhã, meu pai e eu deixamos o lugar dos trabalhos etílicos e nos dirigimos para a padaria mais próxima. Comer qualquer coisinha, sacumé. O primeiro café da manhã do ano, com my beloved father.
A coisa engraçada da festa foi quando fui a primeira vez ao banheiro na noite. Ergui meu vestido, para urinar com mais propriedade, ouvi um barulho de "ploft" na privada, não poderia ser merda, mesmo com algum álcool no sangue eu sei me comportar. Virei-me e vi meu aparelho celular no fundinho do vaso sanitário. Enfim, eu não poria minha mão ali, fui embora. :)
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No fim das contas, tudo deu certo, estou feliz e vivente. E com saudades do meu caro Ti. Espero festejar o Ano bom (o próximo) com ele.
Tahi.
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