Ouço neste momento, My World is over do filme The Wonders (aquele da melhor banda que nunca existiu). Estou no meu apartamento na distante cidade portuária no meio da selva amazônica, comendo pizzas feitas pela minha mãe, queijos e coca-cola. Cansada e feliz por ter visto gentes e lugares que outrora faziam parte do meu cotididano.
O importante de tudo é que emagreci 1 quilo desde a minha chegada, já é uma evolução. A notícia triste é que não passei para a segunda chamada da Fuvest. A notícia boa é que amanhã farei um encontro gastronômico (essa modalidade de reunião de amigos eu aprendi como Ti, o co-autor deste espaço litero-acolhedor) em minha residência.
Estou no quarto que foi o meu confessor por anos de adolescência. Passei esse período confuso da vida todo neste apartamento. Com alegria, lembro-me de meus pensamentos daqueles dias. Adoro a sacada, onde à noite eu queria alcançar as estrelas. O apartamento todo é uma grande lembrança, onde eu criava milhares de mundo e brincava a tarde inteira. Desde que dispensamos a última empregada doméstica que esteve conosco, fiquei sozinha em casa (minha irmã ia pra casa dalguma amiga). Amo a solidão em apartamento, parece que o mundo inteiro é seu, pra você ser apenas o que é por aquele instante enorme.
É assim que me sinto e estou: feliz, nostálgica, em casa.
Finalizando este post, uma canção de um filme-pipoca que eu adoro, Curtindo a vida adoidado (Ferris Bueller's day off), dos Smiths, que tá tocando agora na playlist:
Please, please, please, let me get what I want
Tuesday, 16 December 2008
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